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Fernanda Petelinkar e Rodolfo

De vez em quando a nossa vida nos da uns tapas na cara... tipo "Wake up and smell the coffee!", "Acordaí, mané!" ou, como dizia a minha vó: "Tome tento, menino!".

O destino me traz de presente uma oportunidade única: um dia em Amsterdam, pra fazer uma sessão de fotos com uma das fotógrafas que eu mais admiro no mundo: Fernanda Petelinkar. Apesar de estar com a câmera digital, resolvi dar uma de 'tô podendo' e resolvi clicar com filme. A sessão de fotos foi tranquila e divertida e em pouco tempo eu tinha queimado 4 rolos de filme... três coloridos (que comprei no eBay) e um preto e branco, que um grande amigo descolou pra mim em cima da hora.

Dias depois... eu já em Londres, levo os filmes pra revelar. Aquela angústia, curiosidade, ansiedade... a eterna espera pra chegar o horário de ir no laboratório buscar as fotos. 

Finalmente a hora chegou e lá fui eu! Entrego o canhotinho pro atendente, ele vai até o fundo da loja, volta com o meu pacote e diz: "Só saíram as fotos do rolo preto e branco. As coloridas não.". Deu tontura, deu gagueira, deu desespero. Fiquei sem saber como reagir. Pânico. Não era o tipo de sessão de fotos que daria pra dizer "Ei, Fer... eu tive um probleminha técnico... vamos voltar ali e clicar de novo?". É Amsterdam, caralho!!! Bom, pra minha sorte, no único rolo que foi revelado, 38 fotos saíram e várias delas ficaram bacanas. 

Ficou também o aprendizado de nunca mais clicar uma sessão de fotos com um filme que eu nunca tive a oportunidade de testar antes. Principalmente se o filme for comprado no eBay ou sites similares (sim, depois eu testei o filme... 20 rolos completamente estragados). :-/